... Está escuro e eu tenho frio, tanto que as lágrimas que escorrem em meu rosto estão se petrificando. Dói, ai, como dói! Você partiu mais uma vez e o trágico fim se executa em minha vida. Sozinha. Sem você. Em casa apenas a cama vazia, um lugar a mais na mesa e as paredes estampadas com as nossas fotografias. O telefone não chama, a campainha não toca. É, você não volta. Eu já previa que isso poderia acontecer, e mesmo assim, insisti em deixar fluir. Eu te olho de longe entrando por aquela porta com um sorriso lindo no rosto e passando direto por mim, como se eu fosse imperceptível ao seu olhar. Será que meu ser diminuiu tanto assim quando você partiu? Eu evito ir nos mesmos lugares, usar os mesmos perfumes e escutar certas músicas, mas não posso controlar o pulsar do meu coração, Eu não sei de quem foi a culpa, minha ou sua, não importa. agora sorri e eu permaneço aqui. Na frustrada tentativa de te esquecer eu saí, dancei, bebi e conheci outros caras. Hoje foi a minha última noite, agora realmente percebo que nada valeu à pena. Pura perda de tempo. Eu me divirto a noite inteira e ao voltar pra casa, novamente, sinto sua falta. Falta de um abraço , de uma mão segurando a minha, falta de um beijo de boa noite. Você está vinte e quatro horas por dia presente dentro de mim e te ver só intensifica o meu sofrer, o meu querer. Eu ouço teu riso com dor e amor, eu percebo cada movimento teu nesse grande espaço que há entre nós. Eu norte, você sul. Eu América, você Oceania. eu de ninguém. Só aqui, nessa rua vazia, sem beijo nem abraço, sem um braço estendido em minha direção. Só aqui, chorando pelo que já foi, por aquilo que não volta. Só aqui, abaixo do céu nublado, a chuva prestes a cair... Daí voltarei sozinha pra casa, toda molhada, sem calor nem proteção. Sem você e sequer algum vestígio do seu amor, do nosso amor. Se você quer transformar o mundo, experimente primeiro promover o seu aperfeiçoamento pessoal e realizar inovações no seu próprio interior. Estas atitudes se refletirão em mudanças positivas no seu ambiente familiar. Deste ponto em diante, as mudanças se expandirão em proporções cada vez maiores. Tudo o que fazemos produz efeito, causa algum impacto.
segunda-feira, 28 de março de 2011
Porquê me deixou aqui?
... Está escuro e eu tenho frio, tanto que as lágrimas que escorrem em meu rosto estão se petrificando. Dói, ai, como dói! Você partiu mais uma vez e o trágico fim se executa em minha vida. Sozinha. Sem você. Em casa apenas a cama vazia, um lugar a mais na mesa e as paredes estampadas com as nossas fotografias. O telefone não chama, a campainha não toca. É, você não volta. Eu já previa que isso poderia acontecer, e mesmo assim, insisti em deixar fluir. Eu te olho de longe entrando por aquela porta com um sorriso lindo no rosto e passando direto por mim, como se eu fosse imperceptível ao seu olhar. Será que meu ser diminuiu tanto assim quando você partiu? Eu evito ir nos mesmos lugares, usar os mesmos perfumes e escutar certas músicas, mas não posso controlar o pulsar do meu coração, Eu não sei de quem foi a culpa, minha ou sua, não importa. agora sorri e eu permaneço aqui. Na frustrada tentativa de te esquecer eu saí, dancei, bebi e conheci outros caras. Hoje foi a minha última noite, agora realmente percebo que nada valeu à pena. Pura perda de tempo. Eu me divirto a noite inteira e ao voltar pra casa, novamente, sinto sua falta. Falta de um abraço , de uma mão segurando a minha, falta de um beijo de boa noite. Você está vinte e quatro horas por dia presente dentro de mim e te ver só intensifica o meu sofrer, o meu querer. Eu ouço teu riso com dor e amor, eu percebo cada movimento teu nesse grande espaço que há entre nós. Eu norte, você sul. Eu América, você Oceania. eu de ninguém. Só aqui, nessa rua vazia, sem beijo nem abraço, sem um braço estendido em minha direção. Só aqui, chorando pelo que já foi, por aquilo que não volta. Só aqui, abaixo do céu nublado, a chuva prestes a cair... Daí voltarei sozinha pra casa, toda molhada, sem calor nem proteção. Sem você e sequer algum vestígio do seu amor, do nosso amor.
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